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ISABEL MORAIS RIBEIRO FONSECA

castelafonseca@sapo.pt

AMOR SINTO O CORPO

Sinto o corpo num tremendo desengano
Com a decepção da minha própria mente
Corro com a pressa de uma presa do lobo
Entre as sombras que me assaltam devagar
Desgraçadamente me sinto nesta curta vida
Obstinado sentimento que teima em persistir
Lágrimas de dores no letal veneno, ecos do
Passado entre uma longa miragem solitária
Prenúncio anunciado pelas estrelas lá longe
Para amar a tua sombra que nada resta em mim
Com as saudades de ti.