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ISABEL MORAIS RIBEIRO FONSECA

castelafonseca@sapo.pt

ARDÓSIA EM POESIA



Era a revolta das palavras na ardósia

De negras expressões, oração sentida 

No perfume de tantos sonhos floridos

Vividos na mocidade agora esquecidos


Que deixavam saudades na flores das letras

Pois sem poesia é difícil resistir ao inferno

A tantos holocaustos que vivem dentro da alma

A arte salva o coração dentro da mente do poeta


Poema pobre em silêncio nas paisagens à janela

Será a revolta das palavras escritas na preta ardósia

Ninguém já declama poemas, vivemos sem respirar 

Entre o vazio perante um crepúsculo de encantar