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ISABEL MORAIS RIBEIRO FONSECA

castelafonseca@sapo.pt

CORPO


Perco-me nas estradas do teu corpo

 E tu nas curvas e nas descidas do meu

Nas sensações que nos temos

 E que sentimos como ninguém

Nas longas noites, nos longos dias

 No desejo dos nossos corpos nus

Somos nada mais que dois seres

    Num só corpo.

Afinal o meu rosário é de penas

- Leve como a minha alma (...)

E o meu fardo é suave na mão de Deus.