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ISABEL MORAIS RIBEIRO FONSECA

castelafonseca@sapo.pt

ERGÁSTULO

ERGÁSTULO

Ergástulo pálida sombra
Desta prisão solitária
Lágrimas vertidas em vida
Rude caminho de fragas
Calabouço entre as grades
Liberdade mortal imortal
Rasga a carne do corpo
Grilhões de almas presas
Labirinto só de pensamento
Carcereiro de silêncio mudo
Amordaçado de correntes
Cárcere na imensa solidão
Quando não estou contigo
Sim contigo meu amor.