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ISABEL MORAIS RIBEIRO FONSECA

castelafonseca@sapo.pt

EU SINTO-ME

Sinto-me esgotado cansado
Para alcançar, a paz de espírito
Que tanto procuro e anseio
A qual vai-me matando por dentro
Não durmo, algo morreu em mim
Algo que deixei morrer
Sem saber que esta a morrer
Sera coragem, vontade, ambição
Sinto que aos poucos matei a liberdade
Que em tempos sentia nas tempestades
Desta vida, sinto-me exausto, mas não desisto
Não posso fazer isso, apesar de esgotado, cansado
Não posso consentir a falta de coragem
Deste sal, azucar, mel com que vida se tempera
Afinal a vida já me deu mais do que me tirou
Espero que ate ao fim dos meus dias continui assim.