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ISABEL MORAIS RIBEIRO FONSECA

castelafonseca@sapo.pt

HÁ NOITES

Há noites que me assombram
Dentro do meu peito choro
Mas dentro da minha alma grito
Nesta agonia que explode em mil
Pedaços de tristeza nestes versos
Pisados de tantas noites em claro
Para queimar as palavras que escrevo
Talvez precise morrer para voltar a viver
Para limpar as utopias da minha mente
Nestas noites que me cobrem de solidão.