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ISABEL MORAIS RIBEIRO FONSECA

castelafonseca@sapo.pt

"NUMA NOITE QUENTE OU FRIA "

Numa noite quente ou fria
Abro uma garrafa, de vinho tinto
Como eu gosto e sinto os violinos
Os anjos, os sinos, desta poesia encantada
Sente-se o aroma do alecrim, suave
Composto num poema, feito em verso
Meu querido amor, no nosso aniversário
De casamento, num abençoado dia

Vestimos a alma de alegria, de amor sentido
Que desaperta em ti
Esta magia da paixão escondida
De todo o poema que é assim
Como um mar azul sem fim
Desta água que beija a areia
Sente-se e ouve-se o canto de uma sereia

E quando falamos de amor,
O nosso coração fica como uma flor
A alma veste-se de lua cheia
A paz que se torna nua
Na verdade inebria-me, quando escrevo a poesia
Eleva-me ao paraíso do amor, tao profundo e belo
Mais nada eu preciso
Que tu e a minha garrafa de vinho tinto.