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ISABEL MORAIS RIBEIRO FONSECA

castelafonseca@sapo.pt

POEMA TRISTE

Poema triste de amor
Por tantos mares navegados
Numa profunda ilusão
Passado que brota vida
Num futuro sem razão
Que nasce no chão
E deixou-se levar
De coerente riso
Ou de coração quente
Pelos dedos caminham
Ou perdem-se no tempo
Num destino de alguém
Entre novos passos
Na covardia do homem
De um olhar ao relento
Num desejo silencioso
Nas águas de penas
Entre o rio e o mar
Gaivotas que voam
Nas palavras escritas
Num triste poema ou não
De um grande amor.