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ISABEL MORAIS RIBEIRO FONSECA

castelafonseca@sapo.pt

RASGO O CÉU

Rasgo o céu entre os lençois
No corpo dorido de versos
Proibidos de prazer em mil
Poemas que o vento tenta levar
Rasgo de amor os momentos
Das carícias suspiradas
Sobre os íntimos lençois
Sinto os teus beijos molhados
Desajeitados no meu corpo aveludado
Sou o que escrevo, o que sentes em ler-me
Nas saudades que sinto de ti.